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AUTOR

Joselito Oliveira Rocha (J O ROCHA ), começou a escrever o:O Poder do Bastão no ano de 1997. Houve muitas mudanças na história, mas o conteúdo principal é o mesmo. Tomou a decisão de lançar sua obra por capítulo, lançando na internet, pelo site oficial do:O Poder do Bastão. A idéia principal é captar o interesse do leitor fazendo com que passem a acessar a internet - um meio de comunicação que será indispensável na vida das futuras gerações. É defensor em primeiro plano da leitura escrita - do livro em si. Passou a reescrever esta obra em 2003/2004, retirando-a do arquivo pessoal. Hoje, lança a sua obra por capítulos, com vários pontos de vendas espalhados pela Baixada Santista, vendendo, também, em Banca de Jornais e Revistas bem como pela internet, com a garantia do PagSeguro. Para conhecer um pouco sobre a história, leia abaixo uma sinopse do livro com o prefácio do primeiro volume - O Reino de Mombalia O Primeiro Reino do Mal O Reino Cinza.

PREFÁCIO (Sinópse do Volume I - O Reino de Mombalia)

A saga do livro, O Poder do Bastão, começa a sua magnifica e fantástica história épica e de longa data, trazendo para o caro leitor, a saga contada em quinze volumes. Ao iniciar minha história, começarei contando sobre tudo o que aconteceu lá na Terra Antiga, enfim, em todo o Tereno. O Primeiro Reino do Mal, o Reino Cinza, assim batizado pelo seu criador, Moom, deu poderes para o rei Sódok, que criou o Reino de Mombalia, dando início a nossa história. Mais precisamente com o que aconteceu com o Bastão de Bronze, nossa história se inicia e tem o seu rumo definido. Existem, também, só para começarmos, outros grandes reinos do mal, como por exemplo: O Reino de Carparnaunn, O Segundo Reino do Mal, chamado de Reino Marrom, comandado pelo rei Carparkill e; o Reino de Zeebolonn, o Terceiro Reino do Mal, batizado de Reino Preto, governado pelo rei Lesláud. Como falado, a trilogia dos reinos do mal inicia a saga e a história, que vai ser contada em quinze volumes, que, por hora, o escritor decidiu não revelar os demais títulos. Vou, então, começar a história com o primeiro volume, dando início ao primeiro capítulo (O aniversário do velho prefeito Richa). Assim, com o ‘‘sumiço’’ do Bastão de Bronze, passarei a dar origem à história e com a criação do Reino de Mombalia, iniciarei – juntos com vocês –, a verdadeira caçada em busca do bastão que outrora foi ‘‘perdido’’. No lugar de onde foi retirado o bastão, deverá ser posto outro, antes do ciclo se completar, porque, por mil anos médios, este bastão sempre protegeu todos em Tereno. Mas, se o ciclo desta vez não for completado, toda a Terra Antiga e todo o Mundo Antigo sucumbirão na maldade do mestre das trevas, Rajô-Ivalinsil, por meio de Moom, Moosteer o seu fiel criado e de todas as outras criaturas malignas. Mas antes, o novo Bastão de Bronze deverá ser forjado em Fenômena, pelos Thombs. Porém, antes, o bastão que foi retirado do seu lugar – da Fonte de Asnark –, deverá ser achado, capturado e levado até a Toca-Lacunar –, um lugar de fogo ardente –, e lá deverá ser destruído, quando jogado na Fornalha de Chamas Ardentes, controlado pelos espíritos legionários – os Mukillas. Naquele tempo, como o mundo – Tereno –, entrou em trevas, todos os reinos do bem, as fadas do Reino das Fadas, Dona Fanfa, os imperadores do bem e todos que fazem parte do Conselho da Terra Antiga – CTA, como os bruxos e os magos, os reis e as rainhas, os príncipes e as princesas, os Farguinlhins e os Limphos, bem como todas as outras criaturas do bem, deverão tomar a grande decisão para achar o Bastão de Bronze, antes que o mal consiga achá-lo, e ele devera –, obrigatoriamente –, ser levado para ser destruído na Toca-Lacunar. Os Harólias, os Ladrinos, os Setossos, às Nasbóias bem como os Mombas Combatentes, os Mombolóides, os generais do mal, todos comandados pelo Senhor Momba, o rei Sodók, tentarão achar o Bastão de Bronze antes que o bem consiga acha-lo, para que o rei Sodók possa destruí-lo, mas se ele conseguir, Tereno cairá em trevas eternas – infinitamente. No mundo de Tereno ainda existem inúmeras criaturas, lugares e coisas e uma das cenas mais impressionantes, será a batalha entre o CondorLast e o Moombamoom. Já na nossa história, o príncipe Ito, que era o filho do Imperador Zorobabell e da imperatriz Côura, ambos do Império de Geninn, foi o escolhido para tentar trazer de volta a paz e a tranquilidade que tanto reinava em Tereno – e ele deverá comanda a batalha entre o bem e o mal, para manter o equilíbrio do Ciclo da Vida. Então, tudo começou com um simples velho, mas muito malvado, que morava na Estrada Velha, numa parte de Nortei – lugar que pertencia a Região do Vale. Ele era um velho que só vivia encapuzado, com seus trazes estranhos, sempre na cor preta. Esse velho, que era asqueroso e muito estranho, era chamado de Moom – por todas as criaturas que o conhecia. Ele carregava consigo uma fama que lhe era muito peculiar, pois era sempre chamado de bruxo pelas criaturas boas e era um velho muito ambicioso e misterioso. Conhecido por ser lembrado como assassino de Farguinlhins e de Limphos – corria-lhes essa fama por toda a Região do Vale. Outrora houve uma festa na cidade de Alphinéia, na Região do Vale, onde viviam os medianos Limphos, e lá da Vila dos Anões, da Floresta dos Farguinlhins, o mestre Sêmalli com idade de quinhentos e cinquenta anos médios, decidiu ir para a festa de seu velho amigo – o prefeito Richa –, e levou consigo três grandes Valentes. Ele teve que atravessar a temida Estrada Velha e teve que passar por Nortei – o único caminho que dava o acesso à cidade de Alphinéia. Constava que tinha havido ali, há muito tempo atrás, boatos de mortes de Farguinlhins e também de Limphos, e a linfa, a protetora de todos eles e de todas as criaturas da Terra Antiga, tinha sentido algo de muito estranho, saindo em disparada daquela maravilhosa e interminável festa – do prefeito Richa –, que acontecia na cidade de Alphinéia. Naquele dia, quando a fada apontou a sua Balauê para o chão – lá na festa do velho Limpho –, apareceu um Quatro Patas Gigante, que a levou pela Estrada Velha, rumo ao desconhecido. Quando a fada chegou em Nortei, muito sabia mais muito boa, foi iludida pelo velho Moom, e nisso foi travada uma batalha naquele lugar que, ao se ferida, ela não prestou atenção no ferimento causado sob o seu braço. A fada Askask pegou a sua Balauê que Moom tentou tomar e saiu com Sêmalli na garupa do seu Askino, pela Estrada Velha, galopando sem parar na direção da cidade de Alphinéia. Naquele dia, enquanto a fada ia socorrendo o anão mestre passou a observar que alguma coisa de errado estava acontecendo, e quando passou a olhar para os dois lados da Estrada Velha, sentiu que as árvores – por onde passava –, estavam em silêncio. As Árvores da Alegria não estavam respondendo, e naquele dia o céu passou a escurecer, e lá na cidade de Alphinéia, e em toda a Região do Vale, estava ocorrendo uma forte ventania que tomava conta de tudo e de todos. A ventania foi tão forte que acabou deixando um rastro de destruição por onde tinha passado, mas enquanto todos em Alphinéia tinham achado que o pior já havia se passado, começou uma forte e interminável tempestade, e todos se preocuparam em ficar protegidos em seus abrigos. A fada Askask, regressando, e chegando a cidade Alphinéia, apareceu com Sêmalli todo machucado na garupa do seu Askino, e quando – quem observava –, viram a chegada da fada Askask, naquele momento –, imaginaram que o pior estava para acontecer. O prefeito Richa que estava com os convidados na Xaampa, passou a socorrer a linfa e o mestre Sêmalli. Depois dos eventos passados, agora Tereno estava sendo vitima dos obscuros enigmas maléficos que já pairava sobre aquele mundo –, naquele tempo. Os boatos já corriam por todos os lugares, e muitos já estavam sabendo sobre tudo o que ocorreu na cidade de Alphinéia. A linfa, muito preocupada, saiu em busca de respostas para entender sobre tudo o que estava acontecendo, em grande parte da Terra Antiga. Grandes aventuras, com muita ação passou a acontecer quando o anão Barak partiu em uma missão, por ordem do mestre Sêmalli. Depois de tudo o que aconteceu com a fada Askask, foi emocionante sua ida até a Região de Alcãntara, onde – pelo caminho –, encontrou os Bola-Soltas e falou com o anfitrião Titico, na Vila Tatica, e também falou com o guardião Morgande, na Vila Alcãntara, até que houve muitas batalhas do bem contra o bem, pois ninguém entendia – por aquelas bandas –, a atitude da boa e velha linfa. A Fonte de Asnark, que já estava com o Castiçal Sem o bastão, levou a linfa a desespero, e o seu grito de dor – ao ver que o bastão não se encontrava no Refúgio de Asnark –, acabou matando muitas criaturas existentes na Terra Antiga, e o som que saiu de sua boca, ecoo floresta a fora, e muitos reinos, aldeias e vilas, muito além daquele lugar, ouviram um som desesperador...